A História dos BOXERS da Von Haus Lusitania
Foi em 1954 que conhecemos o primeiro exemplar de Boxer, uma fêmea fulva e poucos meses depois um macho fulvo, ambos importados da Europa e os únicos, então existentes em Lourenço Marques, Moçambique.
Uma das principais características que me encantou no Boxer foi a sua habilidade nata de cumprimentar com a cabeça e com os quarto-traseiros simultaneamente reflectindo uma alegria extrema. A cabeça com uns olhos castanhos escuro e quentes parecia solicitar o meu afecto e o irrequieto couto, que encima os quarto-traseiros, exprimia que a retribuição do meu afecto seria inesgotável. Aos olhos dos meus, então, dez anos toda aquela alegria era a compensação dada pela Natureza para a falta de uma cauda “normal”.
Desde então fui um fervoroso aficionado da raça (amor à primeira vista!...) e não descansei enquanto não tive um Boxer. Felizmente, esse desejo era compartilhado por meu Pai e realizou-se dois anos depois como prémio pelo sucesso nos exames do 2.º ano do Liceu.
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Esse prémio sob a forma de três lindos cachorros fulvos adquiridos em Durban, a Trudy e o Tokyo of Merrywin filhos de um cão importado do conhecido canil Felcign de Inglaterra - o Felcign Firealarm - e a Tetta of Delport filha de um cão importado dos Estados Unidos da América e neta do célebre Mazelaine’s Texas Ranger.
Como dizia, a minha imaginação não compreendia uma original cauda longa e “normal” e devo admitir que até ao nascimento da nossa primeira ninhada em 29 de Março de 1958 estava céptico quanto à existência dessa cauda.
Assim, quando a Trudy of Merrywin nos presenteou seis pequeninos “hipopótamos” com aquelas estranhas caudas apercebi-me, então, da necessidade da sua amputação. Definitivamente, aqueles apêndices não eram adequados nas proporções quadradas daqueles corpitos.
Oito dias depois o veterinário operou e separou dos pequeninos hipopótamos aquelas horrorosas cobrinhas e recebi, então, das suas mãos seis lindos boxers em miniatura. Nas posteriores ninhadas já conseguia visualizar nas pequeninas criaturas, à nascença, o maravilhoso aspecto do Boxer, aquilo a que se chama a silhueta de Munique.
Até 1974 não deixaram de existir Boxers em casa de meus Pais e sempre com nomes começados pela Letra T. Creio que, inicialmente, por inexplicável coincidência e, depois, por tradição a respeitar. Todavia, as circunstâncias de 1974 forçaram-nos a entregar as cadelas do nosso canil ao “Boxer Rescue Association” de Durban, para serem adoptados por várias famílias a quem ficaremos sempre gratos por terem proporcionado abrigo carinhoso e saudável a cada uma delas. As saudades dessas amigas levam-nos a continuar na senda do Boxer.
A preocupação e o “bichinho” em possuir a Beleza e a Presença da silhueta de Munique, que os primeiros criadores da raça, nos deixaram, fizeram com que observássemos de perto as exposições caninas e com especial atenção os Boxers aquando da nossa vinda forçada para Portugal em 1974. Assim, desde a primeira hora e sem ter as condições necessárias e ambientais e as possibilidades financeiras para ter um Boxer, envolvemo-nos na fundação do Boxer Club de Portugal tornando-nos o seu sócio fundador n.º 17 (note-se que a numeração dos sócios fundadores foi efectuada tendo como base a ordem alfabética do último nome do respectivo sócio) e era, então, o único sócio que não possuía um cão. Tivemos, também, a preocupação de colaborar nas primeiras revistas poli-fotocopiadas do clube, relatando e apreciando os resultados das diversas exposições, com o pseudónimo de “Delagoabay Boxers” que era o nosso afixo inicial, mas que contas de outro rosário nos privaram da sua utilização. Felizmente, a escolha da alternativa VON HAUS LUSITANIA foi muito feliz, é mais abrangente e, porque não dizê-lo, extremamente pomposo. Agrada-nos!
A minha maneira de estar na vida aliada ao Amor aos Boxers e à circunstância de não possuir, então, nenhum Boxer consubstanciou a ideia de que todos, mas todos, os Boxers nos pertencem. Isto é a raça está em primeiro lugar e acima de tudo. Nós os proprietários dos Boxers somos apenas os guardiões temporários da raça com a obrigação de a passarmos melhorada para as gerações que nos seguem. É com enorme satisfação que constatamos a melhoria substancial dos exemplares criados no Mundo e na Europa e, nomeadamente, em Portugal. Sentimo-nos orgulhosos do Boxer Club de Portugal!
Nas nossas deambulações profissionais, pelos quatro cantos do mundo, constatámos a enorme vantagem de conhecer e possuir a raça Boxer. É o primeiro passaporte para estabelecer relações de amizade em qualquer parte. O Boxer, tem o dom de nos passar a habilidade de, através dos nossos olhos, reflectirmos uma alegria extrema ao vermos ou falarmos a um estranho (que o deixa de ser de imediato) sobre estes amigos muito especiais. Só por isso vale a pena ter um Boxer, um verdadeiro Amigo!
Por isso não descansei, uma vez mais, enquanto não possui de novo um Boxer. E, veio em 18 de Agosto de 1983 com o fulvo Ghzel de la Vallée d’Oulja, filho desse maravilhoso flamejante fulvo "Fanlair de la Verdiére" da linha de sangue de Visconte V. D. Hubersiedlung reforçado com sangue Van Worikben e da família de sangue feminina Von Haus Germania através de Rachelle Von Haus Germania. Ao longo dos seus dez anos de vida só nos deu alegrias (se tristezas houve, desapareceram nas brumas do tempo) para a nossa vida quotidiana, de selecção e criação da raça e até na desportiva (jamais esquecerei os olhares embevecidos dos amantes de Boxer em S. Sebastian de los Reyes quando o Dr. Lesma – Presidente do B. C. Itália - outorgou-lhe a classificação de melhor cachorro da 4.ª (1984) Monográfica do Boxer Club de Espanha!)
Os 9 Passos
- 1. A minha filosofia de vida é a de valorizar e reconhecer a História e o passado, para produzir o presente e preservando-o para o futuro! Assim decidi re-iniciar, em 1984, a criação de Boxers e ao programar o que queríamos que fossem os futuros cachorros "Von Haus Lusitania" decidimos que teriam que ter como linha de sangue o resultado do trabalho realizado por Peter Zimmerman da Holanda com os seus "Von Haus Germania". Admito até ter uma obsessão pelo seu trabalho!
Para isso elegi dois Boxers que são as minhas referências da leitura do padrão da raça Boxer. E, um pouco, do que se fez nos Estados Unidos da América ao nível das cadelas Boxer (é bom não esquecer que a sua base é "Von Dom" do casal Stockmann), pois os Americanos (e os Ingleses, também) preocuparam-se sempre mais com as fêmeas. Os eleitos para formarem a Linha de sangue que se pretendia estabelecer foram:
(i) Cas Van Worikben e o seu filho Casper por: Dimple Von Haus Germania
(ii) Carlo Von Henningshoff e o seu filho Carlino Von Nassau-Oranien por: Faust Von Haus Germania
- 2. A Familia de Sangue Feminina Von Haus Lusitania a formar seria consolidada por descendentes daqueles reprodutores mas teria que ter origem nos "Mazelaines" e nos "Cherokee Oaks"! Ambas as famílias (com o dedo do célebre criador Americano John P. Wagner) com forte influência dos "Von Dom" de Philipp Stockmann e de Friederun von Miram-Stockmann. Assim, decidimos que a partir da segunda geração "Von Haus Lusitania" só adicionaríamos a linha de sangue de Carlino Nassau-Oranien moderando com a linha de sangue “Van Worikben”.
- 3. A grande disponibilidade e diversidade de reprodutores provenientes da linha de sangue masculina de "Carlino Von Nassau-Oranien" acrescido do desconhecimento profundo das eventuais linhas intermédias - (que deverão com o correr e aumento de gerações fundirem-se com as linhas e as famílias de Sangue referidas) - deixa-nos numa posição difícil e sujeitos á lógica (?) genética. Assim e embora as Linhas de Sangue Masculinas e as Famílias de Sangue Femininas sejam importantes, é necessário incluir o pressentimento, a sorte e a intuição do criador bem como os factores ambientais que devem ser vigiados de perto. Não esquecendo, nunca de avaliar o fenótipo de cada exemplar a acasalar para se conseguir um par equilibrado, já que os seus genótipo estarão mais ou menos assegurados com este tipo de programa-projecto. Adicionando, obviamente, os necessários exames e controlos médico-veterinários.
- 4. Nestas circunstâncias, esperávamos utilizar nas cadelas "Von Haus Lusitania" reprodutores descendentes de Carlino Von Nassau-Oranien já, suficientemente, trabalhados por outros criadores mais conhecedores e/ou experientes ou ainda com maiores e melhores possibilidades de acesso à Linha de Sangue Masculina pretendida e que são representados, entre outros, neste momento por: Xipheos V. Missisippi, Nick de Ruphete, Perico du Valee d'Europe, Dismo di Soragna, Cayetano d'Jandilla, Iron Dell'Antico Squero, Jonas de Santa Comba.
Deveremos sempre que necessário, introduzir genes de descendentes de Cas Van Worikben, para aliviar a consanguinidade e dar-lhes os seus atributos.
- 5. Já na revista nº 9, de Maio de 1986, do Boxer Club de Portugal eu escrevia: " Embora genuinamente amador e limitado nos conhecimentos da criação mas, não desatento às realidades da Europa Continental, diria que todos os bons Boxers Europeus são produtos de "inbreeding" e "linebreeding" muito acentuados pela força imposta por esse portentoso "Carlo Von Henningshoff". Esses esquemas de cruzamento tem, como é sabido, revelado alguns inconvenientes genéticos. Assim seria, talvez, de aconselhar os criadores Europeus a observarem com atenção a experiência e as linhas de sangue mestras da Federação de Boxers da Africa do Sul. Provavelmente o "linebreeding" já conseguido entre os sangues Norte-Americanos e Europeus, aqui na Africa do Sul, permitem uma ligação mais lógica do que a introdução, que julgo necessária, de sangues novos no actual stock Europeu mas que produzirão "outcrossbreeding" de resultados rápidos e aceitáveis muito difíceis". Continuamos, em 2008, a pensar do mesmo modo!

| Ghzel de la Vallée d’Oulja |
Os prémios desportivos passam, infelizmente os cães enquanto individualidades também, mas a capacidade da natureza de fazer perdurar o sangue (gene) nas veias dos seus descendentes faz com que sinta, ainda hoje, a presença desse cão maravilhoso que é o penta e/ou hexa-avô dos actuais Boxers Von Haus Lusitania e de outros espalhados pela África do Sul, Estados Unidos da América, Reino Unido, Moçambique e Brasil, através do seu filho Transvaal-Ranger Von Haus Lusitania e do seu neto Trademark Von Haus Lusitania. A sua linha de sangue masculina regressou à Europa em 1994 misturada já com uma família de sangue feminina de The Jakkalsdans Mischief Von Haus Lusitania onde constam, entre outros Wiking Von Schutting, duplo neto de Hot Chestnut, Filou Von Nassau-Oranian, Karlino Von Hessen-Nassau, Carlino Von Nassau-Oranian, Carlo Von Henningshoff, Zethos Von Adeltrots, Enkas Von Montrea, Julie Von Schutting, Warlord of Cherokee Oaks, Valentino Von Schatzkastlein, Rembrandt Van der Aakant e Juta Van der Aakant (dupla neta de Cas Van Worikben), Cas Van Worikben, Casper, Leicester Von Nassau-Oranien, Gayus Von Schatzkastlein e Yukon Von Schatzkastlein.
- 6. A partir de 1994 as suas descendentes, vão consolidando e formando a família de sangue feminina “Von Haus Lusitania”, e têm sido padreadas, apenas e exclusivamente, por reprodutores da linha de sangue masculina de Carlo Von Henningshoff através do seu filho Carlino Von Nassau-Oranien e seus descendentes, temperado com a linha de sangue masculina “Van Worikben”, hoje bem conhecidos e afamados.
Para que se entenda a aplicação do projecto-programa que desenhámos, mentalmente, apresentamos a seguir a sua evolução prática, as escolhas que efectuámos, a selecção que antecipámos - para o filho de Fanlair de la Verdiere que possuíamos - a espera prolongada que envolveu, a avaliação escrita que efectuámos para cada animal quer pela observação directa e pessoal quer pelas informações que conseguíamos obter por intermédio de anuários com avaliações individuais, quer também por dados fornecidos por criadores mais experientes e que conheciam as qualidades e as deficiências desses Boxers ao pormenor.
Assim avaliámos e seleccionámos com toda a consciência, possível, para cumprir o planeado:
(i) A cadela fundadora e o reprodutor que a cobriu.
(ii) A cadela/ F1 de Von Haus Lusitania e o reprodutor que a cobriu.
(iii) A cadela/ F2 de Von Haus Lusitania e o reprodutor que a cobriu.
(iv) A cadela/ F3 de Von Haus Lusitania
a) e os dois reprodutores utilizados (pais de outras duas reprodutoras / F4)
b) e, por sua vez, outros dois reprodutores (pais de outras duas reprodutoras / F5)
(v) A criação de uma 2ª Família de sangue Von Haus Lusitania utilizando um reprodutor da geração F3 da 1ª Família com uma cadela de linha de sangue masculina e família de sangue feminina de Carlo Von Henningshoff
- 7. Após estarem criadas duas famílias de sangue femininas "Von Haus Lusitania" julgamos estarem reunidas as condições para:
(i) Misturar estas duas nossas famílias (Female Tail) de sangue femininas temperadas com linhas (Male Tail) de sangue masculinas compatíveis e provenientes de Carlino Von Nassau-Oranien.
(ii) Refrescando, quando necessário, com linha de sangue Van Worikben por via de Cas Van Worikben e seu filho Casper.
(iii) De futuro procuraremos sempre que as linhas de sangue e/ou famílias de sangue a introduzir sejam de origem Von Haus Germania. E isto porque o influente "Witherford Hot Chestnut" embora nascido e criado na Grã-Bretanha (Witherford boxers) é sem sombra de dúvida um "Von Haus Germania" através de “Faust Von Haus Germania”, e portanto toda a sua influência e prepotência vem do canil holandês de Peter Zimmerman, cuja linha de sangue marcou bem os Boxers da Europa! (os "Von Dom"marcaram mais as linhas americanas). Obviamente Carlo Von Henningshoff também é um Von Haus Germania. E é interessante observar que Cas Von Worikben e Casper são, também, membros da linha de sangue Von Haus Germania através de " Dimple Von Haus Germania"
(iv) Podemos analisar que a geração (F3) dos "Von Haus Lusitania" tem já, em larga medida, as bases do que queríamos que fosse o alicerce do projecto-programa delineado em 1984. Conforme se constata a Cadela "F3 - VHL" Taffeta Von Haus Lusitania e o seu irmão pleno Trademark Von Haus Lusitania tem entre os seus bisavós as seguintes percentagens que pretendemos desde a fundação dos Boxers Von Haus Lusitania):
| BISAVÓS | PAÍS | 0/0 | OBSERVAÇÕES |
| 1. FILOU N. ORANIEN | Alemanha | 12.5 | Linha de sangue Male Tail |
| 2. SIOVAN'S PRIDE | U.S:America | 12.5 | Linhas médias ou
secundárias Europeias |
| 3. ZETHOS V.ADELTROTS | Holanda/Alemanha | 12.5 | |
| 4. GLORY V.D.GARMINGALE | Alemanha | 12.5 | |
| 5. FANLAIR D. L.VERDIERE | Holanda/Belgica | 12.5 | |
| 6. AIN D.L.VALLE D'OULJA | Europa/outros | 12.5 | |
| 7. BARRYDANS PLAY HAVOC | Holanda/Ras | 12.5 | |
| 8. J. INHERIT THE WIND | U.S.América | 12.5 | Família de sangue Fem-Tail |
| 100% |
- Sumário
(2+8) = USA |
25% | |
(1+4) = ALEMANHA |
25% | |
(3+5) = HOLANDA |
25% | |
(6+7) = EUROPA/outros |
25% | |
| 100% | ||
O refrescamento com o "Outcrossing" efectuado com o sangue americano poderá eventualmente ser um bom alicerce para trabalhar internamente em "Linebreeding" ou mesmo utilizar reprodutores com forte "inbreeding" e/ou linebreeding". Nós optaremos, a partir de agora, pelo "Linebreeding" moderado.
- (v) Presentemente em 2004, os Boxers Von Haus Lusitania possuem nove cadelas. sendo três reprodutoras, três em vias de reprodução e três cachorras para serem eventuais reprodutoras. A saber:
1ª família de Sangue Von Haus Lusitania |
2ª família de Sangue Von Haus Lusitania |
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F4 |
14/07/97 TORAH VHL
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25/09/03 THEREZA VHL |
F5 |
24/10/02 TE-DEUM VHL
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18/08/04 TONGAAT VHL |
F5
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02/01/98 TWIGGY VHL
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F6 |
25/08/04 TIBI-GRATIAS VHL |
F6 |
13/12/03 TAPROBANA VHL |
13/12/03 TOMBAZANA VHL |
22/08/04 TINKA VHL |
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Nomes |
Nomes dos Pais | |
Thereza VHL/F5 -T |
Zibor De Las Arillas |
(Class De Aikal) |
Torah VHL/F4 - F |
Xanto De Loermo |
(Tenor De Loermo) |
Te-Deum VHL/F5 - T |
Oliver De La Terra Selvaggia |
(David Del Colle del Infinito) |
Tibi-Gratias VHL/F6 - F |
Apolo Boxer Del Euro |
(Nick De Ruphete) |
Tongaat VHL/F5 - F |
Talassa Von Haus Lusitania/F5 |
(Oliver De La Terra Selvaggia) |
Twiggy VHL/F5 - T |
Uber Del Roxius |
(Marvin Del Gran Mogol ) |
Taprobana VHL/F6 - T |
Eros E. A. Stern |
(Elvis Dei Colli Asolani) |
Tombazana VHL/F6 - T |
Eros E. A. Stern |
(Elvis Dei Colli Asolani) |
Tinka VHL/F6 - T |
Talassa Von Haus Lusitania/F5 |
(Oliver De La Terra Selvaggia) |
ThSpringbok VHL/F7 - F |
Hapolo De Lareanus | Apolo Boxer Del Euro |
- 8. Tentámos e tentaremos prosseguir, (se formos capazes e competentes), no estudo e na análise do trabalho efectuado por aqueles que consideramos como os criadores referência da raça aplicando, a nosso modo e na prática da nossa criação o programa que estabelecemos em 1984 e os ensinamentos obtidos directa e/ou indirectamente desses criadores. Essa aprendizagem ajuda-nos a ser firmes e implacáveis nos nossos propósitos e objectivos.
Como referência e homenagem pessoal esses criadores são Peter Zimmerman (Von Haus Germania) e Piet Van Mielis (Van Worikben) da Holanda; Marlien Heystek (Jakkalsdans) da Africa do Sul; John P. Wagner (Mazelaine) e R. Harris (Sirrah Crest) dos E.U. América; P. e Fried Stockmann (Von Dom) e Karin Rezwski (Von Schutting) da Alemanha; Pat Withers (Witherford); Elizabeth Sommerfield (Panfield) e Felicia M. Price (Felcign) da Inglaterra; Miguel Torrents (Del Segadors) de Espanha; Tommaso Bosi (Del Val Di Senio), Mário Perricone (Di Valdemone) de Itália. Esta nossa homenagem é feita com base em critérios pessoais que são, obviamente, subjectivos e a ordem de apresentação não reflecte qualquer tipo de classificação. São só e apenas, os nossos preferidos pelo trabalho efectuado a favor da raça Boxer como fenómeno estético cada vez mais proporcionado, mais plástico, mais harmonioso, mais elegante, mais belo, com maior facilidade de movimentos (nomeadamente no trem traseiro) e com um temperamento e carácter misto de cavalheiro e guerreiro nos momentos sérios e de palhaço nas brincadeiras.
- 9. Queira contactar-nos se tiverem necessidade de qualquer esclarecimento sobre os nossos Boxers Von Haus Lusitania. Responderemos prontamente! Apreciamos e agradecemos, antecipadamente, quaisquer informações e/ou solicitações relevantes, dos visitantes desta página, que permitam melhorar o seu conteúdo e o seu objectivo. Queira, por favor, deixar uma mensagem no nosso livro de visitas – guestbook – antes de a deixar. Volte de novo e será sempre benvindo!
- 10. O nosso lema “Prestantia Super Omnia” - que significa Qualidade acima de tudo – será rigorosamente seguido. Pessoalmente, tentarei vencer a pouca apetência que tenho pelas exposições/campeonatos que, infelizmente, é aí que se ganha o reconhecimento. Mas continuarei atento à criação dos Boxers na esperança que os sonhos idealistas de 1954 e os programáticos de 1984 se realizem, para que consiga deixar uma pequena impressão digital no ADN dos nossos queridos e leais amigos os Boxers. Com Boxers para sempre!
Mas continuarei atento á criação dos Boxers na esperança que os sonhos idealistas de 1954 e os progmáticos de 1984 se realizem, para que consiga deixar uma pequena impressão digital no ADN dos nossos queridos amigos - os BOXERS.
João de Faria-Lopes Zibreira






